NÃO É BEM ASSIM

Na verdade eu amo meu corpo uns 37% do tempo.

Minhas coxas é o que mais me incomoda 100% do tempo.

Essa matemática não é fácil, e na verdade é bem difícil.

A gente aprende aquela matemática da escola que muito provavelmente nunca mais vamos usar. Mas e a matemática de amar a si mesmos? Porra, essa matemática eu não dou conta não.

Me esforço muito pra conseguir conciliar o que eu falo aqui pra vocês pra não parecer falso. Mas o fato é que é muito complicado equilibrar o que eu desejo com o que acontece e esse é só um post bem desabafo sobre isso.

Eu senti que precisava falar porque talvez você se sinta meio nessa situação também e quero dizer que você não está sozinha. Na verdade você está muito bem acompanhada.

As vezes me pego olhando no espelho para as minhas coxas, que é o que eu mais detesto e foco ali. Esqueço de todas as outras partes que eu amo em mim (e não são poucas).

Um dos maiores motivos pelo qual me sinto horrível na maioria das vezes é 200% ligado à moda. Tudo o que eu amo, penso que ficaria mil vezes melhor em alguém bem magra. Até mesmo aquelas peças que eu tenho e gosto muito de usar, me pego imaginando elas em um corpo bem mais magro do que o meu. Isso fode a cabeça da gente.

Ficar olhando pro corpo da mulher ao lado é errado em tantas maneiras. É tudo uma ilusão onde a grama do vizinho é mais verde. Inclusive, já escrevi um post sobre isso aqui.

Mas é isso mesmo, tem dias que a gente nem lembra que tem tanta coisa boa na gente mas segue o baile, logo passa e a gente volta a ter um pouco de confiança em nós mesmo de novo. Esse é o famoso segue o day.

Ps. Ilustra da @ohgigue

Beijin.

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