COISAS QUE FIZ POR MIM MESMA

Tun tuntun tuntuntun tun tun (é para ser a batida de um coração voltando à vida, levando em consideração que APARENTEMENTE o blog saiu de um coma induzido de meses).

Não é novidade e nem de hoje que tentam enfiar goela abaixo diversas regras de moda e beleza para as mulheres. O que você deve vestir, como deve se comportar, o que deve comprar ou então se desfazer.

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NÃO É BEM ASSIM

Na verdade eu amo meu corpo uns 37% do tempo.

Minhas coxas é o que mais me incomoda 100% do tempo.

Essa matemática não é fácil, e na verdade é bem difícil.

A gente aprende aquela matemática da escola que muito provavelmente nunca mais vamos usar. Mas e a matemática de amar a si mesmos? Porra, essa matemática eu não dou conta não.

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ANA, ACEITA QUE DÓI MENOS!

Tem a minha amiga Ana (@anadmscn). E tem a Diana Riggs.

Essa semana uma pessoa foi espontaneamente dizer que estava assistindo um filme da Diana, quando lembrou da Ana porque achou as duas muito parecidas.

Em outras palavras: Diana Riggs é maravilhosa e a menina achou a Ana parecida com essa mulher maravilhosa.

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MUITO MAIS QUE MUDANÇA CAPILAR

Não adianta eu começar esse post dizendo “eu era uma pessoa…”, porque eu ainda sou uma pessoa muito adepta à zona de conforto. Pra tudo.

Sim eu não acho que isso seja legal, sim eu tenho consciência que você perde oportunidades quando fica enraizado dentro dessa bolha.

Faz mais ou menos 2 anos que eu comecei a mudar os cabelinhos, assim como você pode acompanhar por aqui também. Afinal, sempre venho aqui desabafar sobre a famosa crise existencial capilar.

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PONTAPÉ INICIAL

Se você tem alguma peça no seu armário que não tem coragem de usar por qualquer motivo que seja, é hora de ler esse post e entender o que eu penso por pontapé inicial!

Eu nunca fui de usar blusas que ficassem mais curtinhas e mostrassem a barriga (mesmo que fosse um mostrar a barriga bem de leve). Isso por vários motivos, alguns deles:

  • Achava que esse tipo de roupa era só pra quem é muito magra
  • Porque chama muita atenção na rua
  • Não me sentia confortável com essa exibição
  • Evidencia muito o meu quadril largo

Aqueles motivos básicos construídos a partir de anos ouvindo regras de moda no estilo “você pode isso” e “você não pode aquilo”.

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VOCÊ JÁ SE AUTO ELOGIOU HOJE?

É fato que hoje, ou ontem ou nos últimos dias você já deu uma julgadinha em si mesma. Pode ter sido pelo peso, por alguma roupa, pelo cabelo, pelo sapato que tá usando ou qualquer outra forma de julgamento que existe no mundo.

Claro, a gente aprendeu a se julgar desde sempre. É muito fácil colocar defeitos e xingar aquilo que naturalmente não gostamos.

Naturalmente não é bem a palavra, porque naturalmente deveria ser a gente gostar do que vê. Porque nosso corpo é um corpo e só isso, é nossa condução da vida. Só não é natural porque nascemos e crescemos olhando revistas de moda e filmes onde as mulheres constantemente estão cadas vez mais magras por obrigação da sociedade em que vivemos.

Mas assim, de leve, você já fez um elogio para si mesma hoje?

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VOCÊ QUER VALORIZAR O QUE EXATAMENTE?

Sim, eu andei sumida por aqui e peço desculpas por isso.

A verdade é que tem dias que estou super inspirada e escrevo muito e outros dias que eu simplesmente não consigo pensar em nada relevante. Eu não quero fazer posts para encher linguiça na obrigação de deixar atualizado, então de vez em quando isso pode acontecer, sorry.

Senta que lá vem textão.

Tudo começou quando eu vi alguma matéria da Gloria Kalil falando sobre calça pantacourt, aquele velho clichê sobre o corpo que você deve ter para poder desfilar tendência por aí.

Na matéria tinham vários exemplos de mulheres com looks de calça pantacourt e uma delas parecia mais baixinha e tinha as pernas mais grossas (oi, me identifico) e na legenda a Gloria indicava que a escolha da bota dela não favorecia a produção.

GENTE.

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É UMA CILADA BINO!

As marcas querem dizer que seu corpo não está ok quando: você pega o número que sempre usou e ele não entra, fica apertado, não serve E/OU você tenta comprar uma tendência mas ela não existe no seu número.

Eu vejo pessoas magérrimas usando M ou usando G. Eu vejo pessoas que usam G pularem para o GG sem aviso prévio. As marcas estão desesperadamente tentando enfiar goela abaixo que você está acima do peso ou que seu corpo não é ideal para o mundo fashion.

Não tem problema nenhum com você. Seu corpo é perfeito, seu corpo é sim feito para a moda da maneira que você deseja. Eu acho MUITO importante bater nessa tecla o tempo inteiro, porque os danos psicológicos e físicos da falta de autoestima são devastadores.

Nós não podemos deixar essa moda opressora ditar o que é o certo e o que é o errado. Eles não tem o direito de diminuir nosso amor próprio e a nossa vontade de aceitar cada centímetro do jeito que é. Precisamos conversar de perto, conversar muito, nos abraçar.

Eu tenho 02 dicas para colocar em prática na hora de comprar roupas:

  1. Compre marcas que você conhece. Lá no fundinho você sabe onde vai encontrar roupas que sirvam e que ficam bonitas no seu corpo. Tente parar de se encaixar em marcas e boutiques que pregam e ditam um padrão de corpo.
  2. Escolha peças e modelagens que você conhece e que tem tudo a ver com o seu formato. Eu por exemplo, sei que vestidos em modelagem reta não me favorecem, então eu não gosto e evito provar.
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